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Cantor, compositor e instrumentista. Conhecido também como Arlindinho Cruz, começou a carreira artística em 1975, tocando cavaquinho na gravação do disco “Roda de samba”, de Candeia.

No final dos anos 70, já frequentava as rodas de samba do Cacique de Ramos, lá conheceu Sombrinha, Zeca Pagodinho, Almir Guineto e Beto Sem Braço, e com eles desenvolveu a arte de versejar. Nesta época, divulgou o banjo como instrumento de samba.

Em 1982, Passou a integrar o Fundo de Quintal, grupo de samba formado no Cacique de Ramos.

Em 1986, gravou meu negocio é pagodear no LP “Explosão do pagode”. No ano seguinte sua composição em parceria com Marquinhos PQD e Franco “Luz do repente”, intitulou o disco de Jovelina Pérola Negra. Neste mesmo ano, entrou para a Ala dos Compositores do Império Serrano, ganhando disputas de samba-enredo nos carnavais de 1989, 1995 e 1996. Saiu do Grupo Fundo de Quintal, em 1991 para se dedicar à carreira solo, chegando a gravar o disco “Arlindinho”, em homenagem ao filho, que também se chama Arlindo. No ano seguinte, formou dupla com Sombrinha, também ex-integrante do grupo Fundo de Quintal. O primeiro disco da parceria, intitulado “Da música”, foi lançado em 1996. Nesse mesmo ano, a dupla participou do disco “Viva Noel”, de Ivan Lins. No ano seguinte, lançaram “O samba é a nossa cara”.

Em 1999, a dupla participou do evento “Quartas de Bamba”, shows que aconteciam todas as quartas-feiras na casa de espetáculos Ballroom no Rio de Janeiro. Neste mesmo ano, a dupla participou do disco “Natal de samba”, do qual também fizeram parte Zeca Pagodinho, Dunga, Toque de Prima, Almir Guinéto, Fundo de Quintal, Nei Lopes, João Nogueira, Dona Ivone Lara & Délcio Carvalho, Luizinho SP, Luiz Grande, Mauro Diniz, Luiz Carlos da Vila e Emílio Santiago.

Em 2000, Dorina, no CD “Samba.com”, incluiu uma composição de sua autoria, “Termina aqui”, parceria com Zeca Pagodinho e Ratinho. Neste mesmo ano, Arlindo Cruz (ainda em dupla com Sombrinha), participou da coletânea “Casa de samba 4”. A dupla interpretou “Falange do Erê” de (Arlindo Cruz, Jorge Carioca e Aluízio Machado), ao lado da cantora Martinália. No ano seguinte, a dupla, lançou o CD “Arlindo Cruz & Sombrinha ao vivo”. Também em 2001, eles participaram do disco em homenagem a João Nogueira “Através do Espelho”. Neste CD, cantaram “Alô Madureira” e “Mineira”, esta última de João Nogueira e Paulo César Pinheiro.

Parceiro de Jorge Aragão, Zeca Pagodinho, Dona Ivone Lara e Beto Sem Braço e sombrinha, teve sucessos gravados por Alcione e Beth Carvalho Zeca Pagodinho e muitos outros artistas.
Em 2002, Marquinho Santanna (ex-Marquinhos Sathã) incluiu no disco “Nosso show” algumas composições de sua autoria, entre elas, “Pura semente” (c/ Acyr Marques), “Mar de carinho” (c/ Aluízio Machado) e “Negritude axé” (c/ Bandeira Brasil e Franco). Neste mesmo ano, participaram do disco “Os melhores do ano III”, no qual a dupla interpretou juntamente com Marquinhos Sensação “Um lindo sonho” e Leci Brandão incluiu em seu disco “A filha da Dona Lecy” a composição “Cadê a dignidade” (Arlindo Cruz, Sombrinha e Rubens Gordinho). Neste mesmo ano, junto a vários artistas, entre eles, Almir Guinéto, Bandeira Brasil, Serginho Meriti, Deni de Lima, Ivan Milanez, Marquinhos China, Ircea Pagodinho e Maurição, fez o show-homenagem “Bum-bum-baticum-Beto”, tributo ao compositor Beto Sem Braço.

A última apresentação da dupla foi no Canecão, na ocasião da entrega do “Prêmio Shell de MPB” à Dona Ivone Lara. Neste mesmo ano, Arlindo Cruz e Sombrinha gravam o último disco: “Hoje tem samba”, que contou com participações especiais de Beth Carvalho, Jamelão, Velha Guarda da Portela e da Velha Guarda do Império Serrano. Em novembro de 2002 a dupla se desfez.

No ano de 2003 Beth Carvalho, acompanhada do conjunto: Quinteto em Branco e Preto, gravou o CD “Pagode de mesa 2 ao vivo”, disco no qual incluiu de sua autoria “Natal diferente”, em parceria com Sombrinha. Neste mesmo ano, com Maurição, Elmo Caetano, Aluizio Machado e Carlos Senna, compôs o samba-enredo “E onde houver trevas… Que se faça a luz!” com o qual o Império Serrano desfilou no carnaval. Ainda em 2003, apresentou-se regularmente no Teatro Rival BR, no centro do Rio de Janeiro, local onde manteve durante alguns meses o projeto “Pagode do Arlindo”, na qual recebia diversos convidados. A mesma roda de samba também era apresentada em dias alternados no Olympo, no bairro da Vila da Penha. Neste mesmo ano lançou o CD “Pagode do Arlindo”. No disco participaram Zeca Pagodinho, Rildo Hora, Beth Carvalho, Cláudio Camunguelo e Dudu Nobre, entre outros. O grupo Revelação, no disco “Samba de Raiz 3” regravou “Luz do repente”, parceria com Franco e Marquinhos PQD. Com o grupo Roda, fez show em homenagem ao compositor Beto Sem Braço (somente com composições de sua autoria) no projeto “Sala de Visita”, apresentado no Ballroom Rio de Janeiro.

Em 2004 foi um dos convidados de Beth Carvalho no DVD “Beth Carvalho – a madrinha do samba”, com a musica “Ainda é tempo de ser feliz” em parceria com Sombra e Sombrinha. Neste mesmo ano ocupou o teatro Rival BR com o projeto “Pagode do Arlindo”, no qual recebia diversos convidados. Ainda em 2004, no disco “Daqui, dali e de lá”, o grupo Toque de prima gravou de sua autoria “Já é ou já era” (c/ Maurição e Acy Marques).

Em 2005, no CD “À vera”, Zeca Pagodinho interpretou de sua autoria “Ninguém merece”, parceria de (Jorge David e Arlindo Cruz), composição incluída na trilha sonora da novela “A lua me disse”, da Rede Globo.

Em 2007 seguia a todo vapor com o projeto “Pagode Arlindo”, no Teatro Rival BR, sempre recebendo vários convidados e executando vários sucessos de carreira, entre eles “Camarão que dorme a onda leva”, “Casal sem vergonha” e “Bagaço da laranja”. Neste mesmo ano participou, ao lado de vários artistas da MPB, tais como Martinho da Vila, Alcione, Zeca Pagodinho, Diogo Nogueira, Nélson Sargento, Cláudia Leite, Fundo de Quintal, Ivete Sangalo, Jair Rodrigues, Velha-Guarda da Portela, ente outros, da gravação do primeiro CD e DVD “Cidade do samba”, do Selo Zecapagodiscos (Universal Músico), no qual fez dueto com Sandra de Sá na faixa “Casal sem-vergonha” (c/ Acyr Marques). O evento foi apresentado por Ricardo Cravo Albin e contou com a arranjos e produção musical de Rildo Hora, sendo gravado na Cidade do Samba, no Rio de Janeiro.

Em 2008 o projeto “Pagode do Arlindo” também passou a ser apresentado uma vez por semana na Barra da Tijuca, no bar Barril 800. No mesmo ano lançou, produzido por Leandro Sapucaí, o CD “Sambista perfeito” no qual gravou várias composições inéditas, entre as quais “Amor com certeza”, “Minha porta-bandeira” e “Entra no clima”. Em março de 2008 apresentou-se no projeto “Meio Dia e Meia Em Ponto”, no Centro Cultural da Light, no Rio de Janeiro, em talk-show conduzido por Ricardo Cravo Albin.

Hoje Arlindo Cruz tem mais de 500 composições gravadas e esta lançando um novo CD e DVD.

É por tudo isso que este sambista perfeito é Samba Identidade Nossa!

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